
fcancio
@fcancio
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burra de humanidades maluca por figos e não apenas somente. revolucionária profissional sempre que posso.
lisbon
Joined November 2008
nisto como em tudo. se és contra o discurso de ódio, não quero os teus sermões ou altas teorias sobre isso e como se combate e quê, quero ver a tua prática. quero ver o q fazes todos os dias sobre isso. aqui, ali, em toda a parte. mas podemos começar por aqui.
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@Moedas para concluir: 'a câmara de lisboa e a polícia municipal de lisboa estão a lutar contra o estado, contra a assembleia da república, contra o governo, contra os tribunais? estão contra os órgãos de soberania? o que é isto? uma milícia? um golpe de Estado em Lisboa?'.
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pedro oliveira, polícia municipal há mais de 2 décadas, considera, como @Moedas, q é necessário mexer na lei, mas no sentido contrário ao defendido plo edil de lx: acabando com o 'estatuto especial' dos polícias municipais d lx e porto e instaurando finalmente a igualdade.
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presidente do sindicato dos polícias municipais explica porq é q @Moedas está errado e por q motivo ñ está, plo contrário, 'sempre ao lado dos polícias'. acusa-o até de querer criar 'uma milícia privada em lisboa'.
dn.pt
"Não é porque os agentes das polícias municipais de Lisboa e Porto têm estatuto de polícias de segurança pública — porque a sua origem é a PSP — que, estando na
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rui moreira acusa: andaram meses a imputar-lhe “laxismo” e ñ querer perseguir criminosos por recusar competências d investigação criminal à polícia municipal — quando afinal o MAI tinha, desde o início da polémica, um parecer que lhe dava razão.
dn.pt
“Chegamos agora à conclusão de que o assunto das competências das polícias municipais poderia ter sido esclarecido pelo governo logo no início da polémica, em o
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para o caso de se pensar q escrever num sítio qq q alguém foi vítima d violência doméstica, sem consubstanciar, é denunciar 1 crime, o dn ouviu especialistas. e a resposta é não.
dn.pt
“Um crime investiga-se, não se transforma em debate público. Ser a violência doméstica crime público — ou seja, pode ser denunciado por qualquer pessoa e não ap
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Alegar, na sequência da morte d alguém, q foi, sem especificar como e quando, vítima d violência doméstica implica q MP abra inquérito? Dizer q existiu 1 crime é denunciar 1 crime? Especialistas negam e falam d “ligeireza”, “insensibilidade” e “pornografia”
dn.pt
“Um crime investiga-se, não se transforma em debate público. Ser a violência doméstica crime público — ou seja, pode ser denunciado por qualquer pessoa e não ap
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