Fabio Malini
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Researcher of social media, politics and digital humanities. Sometimes I make graphs. email: [email protected]
Brazil
Joined February 2009
Hoje foi publicado na First Monday o artigo que tive a imensa felicidade de produzir junto com Athus, Fábio e Comarela.
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O conteúdo mais viralizado sobre a #cop30, até o momento no Instagram, está batendo 25 mil comentários. https://t.co/bFsGbxeRxd
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Um material histórico para que os movimentos climáticos possam analisar e diagnosticar qual é a camada de ignorância ainda a superar, mas também o ecossistema online de apoio à causa que a agenda climática passou a ter no país.
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O que eu gostei de ver é a pluralidade de atores brasileiros, especialmente atores políticos locais (lideranças comunitárias, governadores, prefeitos, vereadores, acadêmicos etc). A presença de atores de oposição ao governo Lula revela também que a #COP30 acabou sendo um tema
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Um campo político de influenciadores intensamente brasileiro repercutindo a COP 30 no Instagram. Na imagem, as contas que obtiveram mais viralidade com suas postagens sobre o evento em Belém (nos últimos cinco dias) são as de cor azul. #COP30
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Isso aqui
📣 Big news for Gephi! Today we are launching Gephi Lite v1.0 (the web version of the Gephi software). 📰 Read the blog post describing this milestone: https://t.co/QpmAxASh7P 💻 Or try Gephi Lite v1.0 here:
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A vacina da dengue faz parte de um experimento letal? ❌ FALSO Os imunizantes são seguros e foram aprovados pela Anvisa. 📲 Leia: https://t.co/jU18d1eyTA
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No trabalho de Athus, o modelo por ele empregado foi capaz de detecar desinfo vacinal em uma base desconhecida. Seu modelo treinado foi util pra detectar desinfo de outros campos. Quanto + polarizada, a desinfo é tb mais pobre discursivamente, virando presa facil pra LLMs.
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Paradoxalmente, quanto mais desinformacao circula online, mais rápido os seus padrões serão detectados, e estes ainda alimentarão modelos de linguagem para analisar a toxicidade e potencial de dano coletivo de sua circulação.
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Dois ótimos trabalhos para leitura atenta. Ambos abordando a adoção de LLMs para a análise da desinformação vacinal. A base de dados de ambos: 10 milhoes de mensagens no Telegram. https://t.co/GrnHiFPO1v
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A campanha Vacina 100 Dúvidas, criada pelo @governosp em parceria com a @saude_sp, foi premiada nacionalmente como uma das ações mais eficazes no combate à desinformação e no aumento da cobertura vacinal. Confira!
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E, por fim, caso alguém desta rede queira acompanhar esse problema de saúde, nesse inverno que se avizinha, basta digitar: uti+influenza lang:pt na busca do seu aplicativo do X. E então terá noção dos relatos de profissionais de saúde sobre o tema. https://t.co/7FgzgyyrXJ
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Para quem curte análise de rede, tome nota do que eu fiz. Optei por fazer uma rede formada pela díade palavra-canais. Levantei todas as palavras escritas em posts e imagens com os termos ‘síndrome respiratória’ e ‘srga’, depois interconectei-as com os canais que as utilizaram.
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O uso do léxico “síndrome respiratória” ainda não é usual para o ministro @padilhando (ainda que seja para o @minsaude ), que teria a oportunidade de usar o termo (mais neutro) para comunicar mais os riscos, as medidas epidemiológicas e os indicadores de vacinação em seus canais
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Esses comentários são feitos para atrair engajamento em número de likes através da geração de instabilidade emocional de um audiência online, que, ao reagir comentando, tornando esses comentários mais ‘relevantes’ e, logo, mais vistos no Instagram. Ou seja, é bom que gestores e
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Mas foram os comentários negacionistas que ganharam mais reações nas caixas de comentários ao plantar dúvidas sobre a vacinação contra a influenza, revelando que há um modelo mental sobre vacinação que se aplica continuamente nos discursos digitais. Ao se falar de vacinação,
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O post do prefeito revelou-se como laboratório de grupo focal sobre o desafios da vacinação no país. Nos comentários, a população pontuou que a principal dificuldade do usuário do SUS é se vacinar em horário de trabalho, pedindo que os postos de saúde tenham horários mais
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Já a rede azul faz destacar a narrativa de riscos e complicações, em função da baixa vacinação e falta de leitos de hospitais. Esse tipo de situação fez com que o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (mais à centro-direita no espectro político), viralizasse no Instagram, com um
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Como ia dizendo são sete os grupos que colaboram na conversação pública sobre o tema. Nas imagens, é possível ver, em detalhe, a rede rosa, onde estão o Ministério da Saúde, Léo Dias, Átila, Floripa Mil Graus, Dr. Francisco Cardoso, Zero Hora, Itatiaia Oficial e Dra Aline
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Essa profusão de postagens na principal rede social brasileira fez aglutinar sete bolhas de usuários no Instagram, cujos principais temas estão conectados ao bigramas presentes no gráfico de barra. Reparem que é a narrativa de emergência e aumento de casos que molda o sentimento
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Nitidamente, há uma tentativa de canais no Instagram de se aliarem no enfrentamento da circulação dos vírus que provocam infecções respiratórias fazendo educação midiática em tempo real (com lives, testemunhos de especialistas, testemunhos de pacientes, notícias e alertas), ao
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